quarta-feira, 26 de março de 2014

Destino existe?

Ao abrir meu e-mail nesta tarde, me deparei com a mensagem de luz do projecto Alexandra Solnado, explicando sobre destino. Então, me veio a mente uma matéria que vi no Fantástico no domingo (23/03/1978) sobre um casal que se conheceu durante o resgate da mulher. Atualmente, eles estão casados, e a história, coincidentemente ou não ( pois tenho dessas coisas de achar que tudo já está escrito), é a exemplificação de que há uma energia , a qual nos aproxima de algumas pessoas e vice-versa, e nós chamamos de destino.
Abaixo segue a mensagem que recebi do projeto na íntegra e a matéria vista no Fantástico respectivamente.

DESTINO 

Cada galáxia tem um campo de energia electromagnética, que por algum motivo atrai outra. Esta atracção primeira é a que traça o desenho. Quando chocam, já estavam unidas para sempre. O choque é apenas a consequência disso. Chocaram porque se atraíram, e depois ficam juntas. E não, chocaram, e porque chocaram ficaram juntas.

Repara na nuance. Na primeira opção, as galáxias mesmo antes de se tocarem já tinham feito o trabalho todo, o de se atraírem. Chocar foi apenas a consequência, ficarem juntas era o destino. Porque é que eu estou a explicar isto tudo sobre as galáxias? Porque os homens são iguais às galáxias.

Quando se chocam, ou até mesmo quando se cruzam, o destino já estava traçado. Já se tinham atraído. O choque foi apenas a consequência. As galáxias, quando se chocam, antes fazem uma dança longínqua e distante para, depois de longuíssimos anos, ficarem juntas. Ficarem juntas já era esperado quando se atraíram. Ficarem juntas foi a consequência de se terem atraído. Não é a consequência de terem chocado. Até porque há galáxias que se chocam e se repelem.

Com o ser humano dá-se a mesma coisa. Quando atrai uma pessoa ou uma circunstância na sua vida, na frequência da vibração já sente se o encontro será para a atracção ou repulsão. Mas, sendo para atracção ou para repulsão, o encontro já estava marcado há séculos.

MATÉRIA DO FANTÁSTICO


23/03/2014 21h00 - Atualizado em 23/03/2014 23h26
Casal se apaixona durante resgate em acidente de carro e se casa


Nilton conheceu Magna enquanto tentava tirá-la do carro que bateu em uma árvore e caiu em uma ribanceira.


Nilton e Magna estão praticamente em lua de mel. “Muito feliz! É tanta felicidade que não cabe dentro de mim”, conta ele.
Todo esse amor nasceu há pouco mais de quatro meses e de uma forma bem incomum. A primeira vez que Nilton viu Magna foi pelo retrovisor do caminhão dele. “Notei que um carro queria me ultrapassar de todas as maneiras. Quando me ultrapassou, eu percebi que era uma mulher que estava no volante”, ele conta.
O encontro aconteceu na BR-364, rodovia federal que começa no interior de São Paulo, se liga a várias outras rodovias até chegar ao Acre.
No dia 29 de outubro de 2013, o Nilton pegou a estrada em Ribeirão Preto, São Paulo, a caminho de Jaciara, no Mato Grosso. O compromisso era no dia 31, mas várias coisas aconteceram e ele não chegou.
“O caminhão quebrou duas vezes na estrada, perdi dois dias da viagem”, ele lembra.
No mesmo dia, Magna decidiu sair de Rio Verde, em Goiás, para visitar amigos a quase 500 quilômetros de distância, em Rondonópolis, no Mato Grosso. Foi nesse caminho que o carro dela cruzou com o caminhão do Nilton. Só que logo depois, veio o susto. "De repente, lá na frente, eu vi que ela desgovernou e sumiu da pista", conta Nilton.
O carro de Magna bateu em uma árvore e caiu na ribanceira. “Eu lembro que eu saí um pouco da pista para o acostamento e perdi o controle”, ela relata.
Nilton viajava com o irmão, Airton. Ele registrou o acidente momentos depois, com uma câmera. “Eu sempre ando com a minha máquina, com o celular, sempre batendo fotos, colhendo imagens”, conta Airton.
Um outro motorista já havia parado antes deles. “O rapaz ficou desesperado no barranco, com a mão na cabeça, abanando a mão, ficou apavorado. E quando eu consegui parar o caminhão no pouco acostamento de terra que tem, eu já desci do caminhão e percebi que ela estava dando uns tapinhas no para-brisa para tentar sair. Foi onde eu pedi para ela proteger o rosto, aí eu, com um pedaço de galho, terminei de tirar o para-brisa e tirei ela lá de dentro”, lembra Nilton.
Foi neste momento que algo extraordinário aconteceu: “Na hora que eu derrubei o para-brisa, não foi uma mulher que eu vi lá dentro. Foi uma luz maravilhosa, uma coisa que me deu uma alegria imensa. Foi uma coisa bonita pra mim. Eu fiquei feliz com a tragédia dela na hora”, confessa Nilton.
“Desde o começo, eu me senti bem protegida. Ele me passa muita segurança e foi muito rápido, muito ágil, tomou todas as providências, já ligou para a família”, lembra Magna.
No vídeo, Nilton aparece cheio de cuidados com Magna. Ela sofreu alguns ferimentos, foi internada em um hospital de Rondonópolis. Mas nada grave. Nilton e o irmão ajudaram em tudo. Nilton, principalmente.
“Fiquei com ela até 23h30 da noite, deixei tudo para trás, todos os compromissos que tinha para fazer e fiquei lá. Aí no ultrassom ela se manifestou, falou: ‘Nilton, eu não sei o que fazer para te agradecer’. Eu virei para ela e falei: ‘Simples! Casa comigo!’. Ela falou para mim assim: ‘Nem, você é viajante, eu sou muito agarrada, isso não vai dar certo’. E encerrou o assunto”, ele conta.
“Eu sabia que ela tinha duas filhas porque ela me falou na hora do acidente, mas em momento algum me passou pela cabeça se ela era casada”, brinca Nilton.
Magna não era comprometida. E quando voltou para casa, os dois passaram a se falar por telefone. Logo depois, marcaram um encontro. “Foi emocionante! Dá um friozinho e foi muito bom”, ela conta.
Depois de conhecer a família e as filhas de Magna, veio a certeza: “Não ia ter jeito mais. Eu tinha que dar um jeito de ir buscá-la”, brinca.
E no dia 18 de novembro de 2013: “Eu a convenci a vir embora comigo. Dezoito dias depois do acidente”, ele lembra.
“Todo mundo me chamou de maluca”, conta Magna. “Não só ela, me chamaram de maluco. Até meu irmão falou que eu era louco”, brinca Nilton.
“Agora estou morando aqui”, ela conta. “Só está faltando oficializar, legalmente”, ele diz.
“Ela nasceu de novo e eu tive uma segunda chance de ser feliz”, completa Nilton.

Disponível online: http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2014/03/casal-se-apaixona-durante-resgate-em-acidente-de-carro-e-se-casa.html
E você, acredita em destino?
Até a próxima! Beijinhos *-*